Dicionário de alusões: alusões para redação do Enem

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Essa lista foi produzida pela vestibulanda Bruna Guedes em 2016. Utilize a ferramenta de pesquisa do navegador para encontrar as alusões mais rapidamente.

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ASSUNTOS 

  • Constituição Federal de 1998;
  • 2° Guerra Mundial;
  • Revolução Industrial;
  • Brasil Colônia;
  • Guerra Fria;
  • Saúde;
  • Igualdade de gênero e violência contra a mulher;
  • Violência e justiceiros;
  • Preconceito contra o negro, racismo e escravidão do século XXI;
  • Lgbtfobia/Homofobia;
  • Esporte;
  • Intolerância Religiosa;
  • Escola, jovens, crianças, bullying;
  • Educação;
  • Desenvolvimento tecnológico, internet, redes sociais como meio de ativismo, exposição;
  • Liberdade de expressão;
  • Drogras;
  • Deficientes;
  • Negros escavos;
  • Colonos portugueses;
  • Comunidade LGBT;
  • Língua Portuguesa, preconceitos, livros;
  • Política/ corrupção;
  • Imagem do Brasil para o mundo/ Falra de valorização;
  • Democratização do acesso à cultura;
  • Imparcialidade da imprensa brasileira e publicidade;
  • Participação do cidadão na sociedade, democracia, exercício do voto, intervenção do Estado, direito à manifestação, redes sociais como meio de ativismo;
  • Questão do índio;
  • Meio ambiente;
  • Consumismo/ Alienação;
  • Depressão e suicídio
  • Maus tratos contra os animais e biopirataria;
  • Violência contra crianças: abusos sexual, maus tratos, trabalho infantil etc;
  • Adoção de crianças;
  • Os conceitos de família no século XXI;
  • Sistema carcerário;
  • Obesidade infantil;
  • Mobilidade urbana;
  • Xenofobia, emigração, imigração, migração;
  • Repressão e abuso de poder;

 

 

DICIONÁRIO DE ALUSÕES

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988


– Diferença sociais, raciais…: Todos são iguais perante a lei e tem direito à igualdade, sem distinção de qualquer natureza.

– Saúde: é dever do Estado garantir a saúde

– Mortalidade infantil: todos têm direito à vida.

– Liberdade de expressão: é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

– Qualquer tipo de violência (em geral nas cidades, contra a mulher, contra o negro…): direito à segurança.

– Intolerância Religiosa: é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

– Pornô de vingança: são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

– Direito de ir e vir garantido na Constituição: deficientes

– Vazamento de informações e CIA (EUA): é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal;

– Direito autoral: aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;

– Direito à reivindicações, movimentos e protestos: o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder

– Racismo: a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.

– Terrorismo: o terrorismo é um crime inafiançável e insuscetível, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;

A importância da Constituição/das leis/dos direitos humanos para um país

– A Carta Magna da Inglaterra, que foi criada em 1215, foi um marco na história mundial, ao passo que é o ponto primordial para que chegássemos ao que hoje conhecemos como constitucionalismo. Sua criação foi com o intuito de restringir o poder dos monarcas ingleses, coibindo assim o exercício do poder absolutista, sendo também o documento a dar direitos (no papel) ao povo inglês.

– A Ditadura Militar Brasileira, ocorrida entre os anos de 1964 e 1985, ou seja, fazendo esse ano 30 anos de seu fim, foi um período muito complexo da história brasileira. Esse período foi marcado pelo conhecido “Milagre Econômico”, que foi mantido pelos empréstimos com o exterior e também pelo triste episódio das torturas àqueles que eram considerados opositores do governo.

 

2° GUERRA MUNDIAL


– emancipação feminina: mulheres passavam a trabalhar nas fábricas porque seus maridos iam para a guerra.

– publicidade e propaganda: Hitler usava para se exaltar e o governo nazista.

– desenvolvimento da medicina: os médicos nazistas usavam os judeus de cobaias para fazer estudos e desenvolverem técnicas.

– desenvolvimento tecnológico: desenvolvimento da bomba atômica, tanques de guerras, aviões, armas, computador (para decodificar mensagens nazistas).

 

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


– trabalho infantil (nas fábricas)

– desigualdade de gênero: mulheres recebiam metade do salário de um homem.

– meio ambiente que se tornou poluído por causa das fábricas e o consumo em massa.

– economia e consumismo: produção em série e consumo em massa, além de ter consolidado o capitalismo.

 

BRASIL COLÔNIA


– Violência contra crianças: gerações de crianças morreram devido à escravidão, foram abusadas sexualmente e vendidas por seus senhores.

– Preconceito linguístico: influenciou no processo de Formação da língua portuguesa

– Deficientes: Ao longo da história brasileira, tribos indígenas eliminaram sumariamente crianças com deficiência, ou excluíam aqueles que viessem a adquirir algum tipo de limitação.

– Intolerância religiosa: Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, indivíduos oriundos da África também embarcaram no país. Com isso, diferentes culturas foram enraizadas graças à miscigenação e houve o surgimento de pessoas adeptas a religiões de matrizes africanas.

– Desvalorização dos trabalhadores domésticos: herança da escravidão – negras escravas cuidavam dos afazeres domésticos gratuitamente; depois da abolição da escravatura estes não tinham para onde ir e se submeteram à baixos ou até mesmo nenhum salário.

– Racismo: Desde a colonização, quando negros oriundos da África desembarcaram no Brasil de forma forçada, começou-se a apropriação de sua liberdade. Embora a opressão se manifeste de diferentes maneiras, está sendo ocultada diante à sociedade atualmente.

 

GUERRA FRIA


– Desenvolvimento dos meios de comunicação

– Globalização: ‘’com o advento do meio técnico-científico-informacional após a Guerra Fria nos anos 80, a globalização consolidou-se firme e permanece até hoje’’.

– Desenvolvimento tecnológico e bélico

 

SAÚDE


– revolta da vacina em 1924 no Brasil onde a população estava revoltada porque o governo impôs vacinação obrigatória.

– estudo em cobaias judeus na 2°GM nos campos de concentração.

– descobrimento da penicilina que salvou milhões de vidas por Alexander Fleming.

– constituição de 1988 que declarou a saúde um direito de todo cidadão.

– 1° GM: importante para o desenvolvimento de cirurgias devido a quantidade de feridos que voltaram da guerra.

– Segundo o escritor Franz Kafka, a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.

– Constituição de 1988: garante a saúde.

 

IGUALDADE DE GÊNERO E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER


– movimentos feministas: luta pelo direito do divórcio, aborto…

– desenvolvimento da pílula anticoncepcional em 1956 que facilitou a emancipação feminina e o empoderamento com o próprio corpo.

– Desde a literatura barroca, século XXII, a figura feminina foi edificada quanto a um instrumento de sedução, na poesia ‘’À mesma Dona Ângela’’, o autor Gregório de Matos se refere a elas “Sois anjo, que me tenta e não me guarda”, “se a beleza hei de ver para matar-me com o pecado, antes olhos cegueis”.

– No livro Lolita, por Vladimir Nabokov, é narrada a história de Humbert, um homem de meia idade que mantém um relacionamento sexual com uma garota de 12 anos. O personagem romantiza o abuso e induz a provocação por parte da vítima.

– Arlequina e Coringa: romantização da agressão

– lei Maria da Penha

– instauração do voto feminino em 1953 por Getúlio Vargas.

– revolução industrial e 2°GM: mulheres trabalhando

– casamentos forçados que aconteceram na Roma Antiga e ainda acontecem na Índia.

– mutilação da genital feminina durante ditadura militar e ainda acontece em países da África e do Oriente Médio.

– a escritora nigeriana Chimamanda Adichie alega que o problema do gênero consiste em descrever em histórias fictícias como devemos ser, ao invés de reconhecermos quem somos.

– ‘’O homem é definido como ser humano e a mulher, como fêmea.’’ – Simone de Beauvoir

– ‘’Ninguém nasce mulher, torna-se mulher’’ – Simone de Beauvoir

– busca por padrões de beleza: realismo quando as mulheres eram vistas como desejo da carne

– Revolução Francesa: Entre os anos de 1789 e 1799 houve agitado período na história francesa, que trouxe à tona questões como a liberdade, a igualdade e a fraternidade, influências do Iluminismo.

– Cultura do estupro: Atena (a deusa da sabedoria) escolheu Medusa para ser a sacerdotisa do tempo dela. A mulher era de uma beleza tão grande que chamou a atenção de muitos, inclusive de Poseidon foi o que teve a intenção de possui-la. Poseidon entrou no templo, disfarçado ficou atrás do altar até quando não havia mais ninguém, a estuprou. Ao saber que seu templo havia sido violado, Atena tornou Medusa imortal, depois escureceu e revestiu a pele da moça com escamas de réptil e seus cabelos deram lugar a serpentes deixando Medusa com uma aparência horrível de um ser repugnante e tirando toda a sua beleza. O resultado do estupro foi uma gravidez que Medusa teve que passar.

 

VIOLÊNCIA E JUSTICEIROS


– Super-heróis: Batman, Demolidor, Flash, Super-man…

– Roma Antiga: violência urbana – casos de esfaqueamento, ruas estreitas que dificultavam flagrar as violências

– Ao longo da história humana, a violência foi apresentada como um espetáculo, como na Roma Antiga em que as lutas entre gladiadores no Coliseu seriam para entretenimento da sociedade da época.

– Eua de 1920: máfia; Al Capone; lei seca – proibição da venda de bebidas alcóolicas – tráfico

– Foi no ano de 1945, há 70 anos, que as bombas atômicas norte-americanas foram lançadas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Além de toda a devastação e os milhares de inocentes mortos, os estadunidenses queriam provar que possuíam uma bomba atômica que estavam dispostos a usá-la caso se fizesse necessário.

– Filme Tropa de Elite e Tropa de Elite 2:  o filme retrata fielmente o tratamento extremamente agressivo da polícia quanto a adolescentes cujo possuem envolvimento com drogas; o Capitão Nascimento declara “mas pro povo, bandido bom é bandido morto” quando vai em um restaurante e é aplaudido pela morte de alguns presos.

– Programas jornalísticos de televisão que fazem discursos como “Bandido bom é bandido morto” e “direitos humanos para humanos direitos’’ (Brasil Urgente – Datena).

 

PRECONCEITO CONTRA O NEGRO, RACISMO E ESCRAVIDÃO DO SÉCULO XXI


– Escravidão no Brasil: Desde a colonização, quando negros oriundos da África desembarcaram no Brasil de forma forçada, começou-se a apropriação de sua liberdade. Embora a opressão se manifeste de diferentes maneiras, está sendo ocultada diante à sociedade atualmente.

– Lei Eusébio de Queirós, Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários –  Lei Áurea: em 1888 a escravidão foi abolida, que foi assinada pela princesa Isabel no dia 13 de maio daquele ano. Mas muitos escravos ainda ficavam sob domínio de seus senhores por não ter para onde ir.

– Desde a primeira fase do Romantismo, os poetas já buscavam a construção de uma identidade nacional, retratando em suas obras a extensão do território brasileiro, suas belezas e suas diversidades tendo como personagem o negro, que trouxeram para o país suas culturas, crenças e religiões, evidenciando a mestiçagem do povo.

– Afonso Arinos: 1° lei contra o preconceito racial no Brasil – 60 anos após a abolição da escravatura.

– Séculos XVIII e XIX – havia preconceito em nossa sociedade baseado “na crença de que negros eram desprovidos de inteligência e até de alma”.

– Papa Nicolau V expressamente reconhece o direito dos reis da Espanha e Portugal, de conquistar quaisquer “pagãos” e mantê-los sob “servidão perpétua”. Tal posicionamento teria sido confirmado também por papas posteriores (Calisto III, em 1456, Sixto VI, em 1481, e Leão X, em 1514).

– apartheid na África e Nelson Mandela com luta pelos direitos dos negros.

– luta pelos direitos dos negros por Martin Luther King e Rosa Parks.

– Luke Cage: personagem da Marvel e o primeiro herói negro a aparecer em histórias em quadrinhos.

– Série: Todo mundo odeia o Chris

­- Sociólogo brasileiro Paulo Moura: ‘’o racismo é a causa da morte intelectual de qualquer nação’’.

– Ku Klux Klan: uma organização que matava negros nos EUA nos anos 50.

– Michael Jackson: houve tentativas de impedi-lo de passar em redes de televisão e fazer show porque era negro.

– Música ‘’Todo camburão tem um pouco de navio negreiro’’, de O Rappa

– O Mulato, Aluísio Azevedo

– Musica Sinhá – Chico Buarque e João Bosco

– imperialismo e darwinismo social: europeus invadiram a África e achavam superiores a outras etnias, portanto, tinham o direito de colonizar.

– filmes de faroeste: destruição de povos/culturas nativas pelos avanços dos colonizadores que eram sempre da etnia branca. Briga maquiavélica entre o bem e o mal, o bem retratado com os mocinhos brancos e mal pelos bandidos.

– Revolução Francesa: Entre os anos de 1789 e 1799 houve agitado período na história francesa, que trouxe à tona questões como a liberdade, a igualdade e a fraternidade, influências do Iluminismo.

– O Haiti foi uma colônia francesa, o que fez com que no período da Revolução Francesa e dos ideais iluministas os haitianos entendessem que a igualdade deveria ser estendida para além França. A Revolução Haitiana uniu escravos e ex-escravos lado a lado para lutar pela condição da população negra.

– Romantismo – Castro Alves: “Poeta dos Escravos”

 

Vozes d’África
Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?

Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde desde então corre o infinito…
Onde estás, Senhor Deus?…

Qual Prometeu tu me amarraste um dia
Do deserto na rubra penedia
— Infinito: galé! …
Por abutre — me deste o sol candente,
E a terra de Suez — foi a corrente
Que me ligaste ao pé…

O cavalo estafado do Beduíno
Sob a vergasta tomba ressupino
E morre no areal.
Minha garupa sangra, a dor poreja,
Quando o chicote do simoun dardeja
O teu braço eternal.
Minhas irmãs são belas, são ditosas…
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Ou no dorso dos brancos elefantes

Embala-se coberta de brilhantes
Nas plagas do Hindustão.

Por tenda tem os cimos do Himalaia…
Ganges amoroso beija a praia
Coberta de corais …
A brisa de Misora o céu inflama;
E ela dorme nos templos do Deus Brama,
— Pagodes colossais…
[…] 

 

Demonstra repúdio à situação social na época da escravidão, como é explicitado por meio dos seguintes versos:
Minhas irmãs são belas, são ditosas…
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Ou no dorso dos brancos elefantes

Ao ressaltar o termo “hárens do Sultão”, Castro Alves denuncia a condição submissa das escravas perante ao seu Senhor, visto que as mesmas eram “usadas” sem a mínima consideração por parte de quem as considerava como mero objeto de prazer.

 

– Modernismo: Durante o início da década de 30, motivados pelo desenvolvimento industrial e pela necessidade de incorporação dos negros ao mercado de trabalho nas grandes metrópoles, a burguesia brasileira careceu de desenvolver uma série de ideias que colocassem um lugar ao negro na cultura nacional.

 

Garoa do meu São Paulo, de Mário de Andrade

Timbre triste de martírios 

Um negro vem vindo, é branco!
Só bem perto fica negro,
Passa e torna a ficar branco.

Meu São Paulo da garoa,

Londres das neblinas fina
Um pobre vem vindo, é rico!
Só bem perto que fica pobre,
Passa e torna a ficar rico.
Garoa do meu São Paulo,
 

Costureira de malditos
Vem um rico, vem um branco,
São sempre brancos e ricos… Garoa, sai dos meus olhos.

 

– Século 19: com teoria da evolução os negros foram associados aos seres primitivos que habitaram a terra.

– ‘’A carne mais barata é a carne negra’’ – Elza Soares.

– Otelo, de Shakespeare: Otelo é um negro e se casa com Desdêmona, uma jovem branca pertencente a mais alta linhagem Veneziana, às escondidas. Depois, o pai da moça o acusa de dominá-la por feitiçaria por ocorrer tal ato.

“BOA ESPERANÇA”, EMICIDA

Nessa equação, chata, policia mata? Plow!
Médico salva? Não! Por quê? Cor de ladrão
Desacato invenção, maldosa intenção
Cabulosa inversão, jornal distorção
Meu sangue na mão dos radical cristão
Transcendental questão, não choca opinião
Silêncio e cara no chão, conhece?
Perseguição se esquece? Tanta agressão enlouquece

“A dor dos judeus choca, a nossa gera piada” – nas quais também há uma comparação com outras dores sociais que, segundo o cantor, recebem mais tato do que aquela sofrida pela população negra. A outra já faz um retrato social, mostrando as diferenças de tratamento que os negros recebem em serviços públicos e na mídia e a reação social a elas.

 

– Na música ‘’Todo camburão tem um pouco de navio negreiro’’, de O Rappa, retrata um prejulgamento por parte dos policiais ao concluir, de forma generalizada, que todo negro é bandido

“NEGO DRAMA”, RACIONAIS MC’S

Histórias, registros,
Escritos,
Não é conto,
Nem fábula,
Lenda ou mito,

Não foi sempre dito,
Que preto não tem vez,
Então olha o castelo e não,
Foi você quem fez c…,

O negro aparece primeiro como escravizado. Então, é como se ele não tivesse uma história prévia e quase como se não tivesse uma história posterior. Ele aparece nos livros em função do branco”, explicou. Em outras palavras, o modo como essa História foi construída no Brasil não trata sobre o negro, mas sim sobre a relação que se estabeleceu entre ele e o homem branco e sobre como a imagem dele foi construída culturalmente.

“A MÃO DA LIMPEZA”, GILBERTO GIL

Mesmo depois de abolida a escravidão
Negra é a mão
De quem faz a limpeza
Lavando a roupa encardida, esfregando o chão
Negra é a mão
É a mão da pureza

A estrofe fala muito sobre a nossa sociedade. Então, pode-se pensar em toda a hierarquia social, as relações trabalhistas de maneira geral, no papel da mulher negra na maioria das vezes como empregada doméstica, algo muito naturalizada na nossa cultura, assim como a ideia de que o negro faz o trabalho braçal. Quanto a este último ponto, ela destacou o verso “Mesmo depois de abolida a escravidão”, porque existem pessoas que usam as relações de trabalho para explicar esse distanciamento entre classes mais altas e mais baixas, sendo estas últimas compostas por negros, em sua maioria. Esse afastamento pode ser visto em atividades cotidianas, como limpar banheiros, já que “tudo o que é colocado numa situação degradante, a classe média tende a se afastar disso e procurar alguém que faça. Como um ranço de escravidão, é o negro que aparece fazendo o serviço”. Para exemplificar essa análise, a professora recorreu à arquitetura dos apartamentos no Brasil: “é muito comum terem quartos de empregada, um cômodo colocado perto da área de serviço, perto dos serviços braçais”. Deste modo, a partir da música de Gilberto Gil, o estudante consegue trabalhar a questão histórica e, como ela mesma declarou “mostrar que talvez a abolição tenha sido mais simbólica do que efetiva, que as relações sociais continuam tratando pessoas de maneiras diferentes”.

– Vidas Secas, de Graciliano Ramos: “Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!”.

– Luke Cage: “Escravidão sempre é bom para o patrão”.

– Florestan Fernandes: ‘’A democracia só será uma realidade se houver, de fato, igualdade racial no Brasil e o negro não sofrer nenhuma espécie de discriminação, de preconceito, de estigma e segregação, seja em termos de classe, seja em temos de raça. Por isso, a luta de classes, para o negro, deve caminhar juntamente com a luta racial propriamente dita.’’

 

LGBTFOBIA/ HOMOFOBIA


– Parada gay: evento de atração turística que traz benefícios à economia das cidades.

– Atentado na boate de Orlando

– Aumento das vendas no dia dos namorados na O Borticário em 2015 devido à propaganda com casais homoafetivos.

Diversidade cultural, social e econômica; tolerância; liberdade; comportamentos sociais; contemporaneidade e jovens

– A dificuldade do convívio com as diferenças sociais: De acordo com a teoria da Seleção Natural proposta por Charles Darwin, o ser humano é fruto de processos evolutivos. Sendo assim, ainda que sejamos da mesma espécie, há diferenças que nos permeiam.

– Chegada dos portugueses ao Brasil – miscigenação.

– Mito de procusto

– Capitães da Areia, de Jorge Amado – retrata a vida de menores infratores de Salvador, mostrando que, apesar de tudo, são apenas crianças que nunca tiveram uma oportunidade.

– Poeta francês Victor Hugo: “a tolerância é a melhor das religiões”.

– Nero – Roma Antiga: perseguição aos cristãos – para alimentar o pão e o circo, os cristãos eram colocados para lutar com tigres no coliseu.

– Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade.

– Segundo o filósofo iluminista Rousseau, ‘’o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe’’.

– Jorge Amado (escritor) – Capitães da Areia: ’’A liberdade é como o sol: o bem maior do mundo’’

– Immanuel Kant (filosofo): ‘’Age de tal modo que a máxima de tua ação possa sempre valer como princípio universal de conduta’’.

– Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da ‘’modernidade líquida’’ vivida no século XX.

– Conto machadiano ‘’A causa secreta’’, por meio do personagem Fortunato, aborda um tema universal e atemporal: a falta de empatia, o comportamento sádico.

– “Na infância bastava sol lá fora e o resto se resolvia”. Nesse verso citado pelo poeta Fabrício Carpinejar, nota-se uma grande ironia da vida. Pois, as crianças da atualidade preferem trocar um belo dia de sol para brincar, pela viciante tela do video game, da televisão ou do computador.

– O psicólogo Goldberg diz que o Homem trata os espaços públicos como lugares a serem ocupados por quem chegou primeiro.

– Cegueira Moral, Zygmunt Bauman – Na obra o autor diz que a sociedade atual tem como fim último o próprio eu. A indiferença para com o seu semelhante é algo extremamente presente na atualidade. Trecho: “O mal não está confinado às guerras ou às ideologias totalitárias. Hoje ele se revela com mais frequência quando deixamos de reagir ao sofrimento de outra pessoa, quando nos recusamos a compreender os outros, quando somos insensíveis e evitamos o olhar ético silencioso”.

 

ESPORTE


– Romper com estereótipos e preconceitos: Rafaela Silva medalhista olímpica em judô

– O esporte nas escolas: criar o espírito de união

– Paraolimpíadas

– Livrar jovens da criminalidade

– Falta de infraestrutura

– Desde a criação dos Jogos Olímpicos, na Grécia, a importância da prática de exercícios físicos nas sociedades foi introduzida no mundo.

– De acordo com a Constituição Federal Brasileira, ‘’é dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais’’.

– Em 1894, o brasileiro Charles Miller trouxe para o país uma bola de futebol e o conjunto de regras da Inglaterra. Nesse contexto, a prática deste esporte era restrita à elite, uma vez que as camadas pobres da população e os negros podiam apenas assistir às partidas.

 

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA


– Constituição Federal Brasileira de 1988: prevê liberdade de credo; estado laico

– 7 de setembro: islamofobia – herança

– 2015: menina apedrejada – roupas do candomblé

– Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, indivíduos oriundos da África também embarcaram no país. Com isso, diferentes culturas foram enraizadas graças à miscigenação e houve o surgimento de pessoas adeptas a religiões de matrizes africanas.

– Reforma protestante – dificuldade da igreja católica em aceitar outras religiões – inquisição;

– Colônias no Brasil – miscigenação de povos e concomitante de religiões;

– Descobrimento do Brasil: Eurocentrismo – catequese – missão civilizatória – catolicismo, indígenas;

– Falta de conhecimento – religiões africanas – macumba – Iemanjá – cultuada por diversos indivíduos – Mulçumanos – associar todos como radicais, terroristas, não compreender os costumes e acreditar ser repressão às mulheres;

– Adotar única religião como correta – fogem do campo ”ideológico” e caminha para atos violentos fisicamente – Pedradas na menina de 11 anos no Rio de Janeiro que saia do terreiro de Candomblé.

– Santa Inquisição;

– Imposição de uma religião a sociedade;

– Barroco: dualidade entre teocentrismo x antropocentrismo: Gregório de Matos denunciava as atrocidades da igreja;

– Quinhentismo: imposição da religião portuguesa, católica, que perdura até hoje;

– Bancada evangélica em um estado laico;

– Questão religiosa por trás dos ataques terroristas;

– Generalização/estereótipos por trás de islâmicos e terroristas;

 

ESCOLA, JOVENS, CRIANÇAS, BULLYING


– Tragédia de Realengo: 7 de abril de 2011, 8h30, escola municipal Tasso de Silveira, atirador Wellington Menezes de Oliveira (23 anos)

– Dia 7 de abril: dia nacional de combate ao bullying e à violência nas escolas

– Livros: Caco e Tosco de Gilberto Dari Mattje, Bullying – Mentes perigosas nas escolas de Ana Beatriz Barbosa, Extraordinário de R.J Palacio, Todos contra Dante de Luís Dill

– Filmes: Depois de Lúcia, Elefante, As melhores coisas do mundo

– Série: Todo mundo odeia o Chris

– Turma da Mônica;

– Segundo a teoria da tábula rasa de John Locke, “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, pode-se levar em consideração que as práticas adotadas pelos jovens que praticam bullying nas escolas tem origem no cotidiano de sua família, em dicussões, desentendimentos entre outros.

 

EDUCAÇÃO


– Grécia: primeira escola com Pitágoras; filosofia; democracia

– Roma Antiga: educação restrita a elite.

– Getúlio Vargas: fundou várias escolas e instituiu mais academias para formar professores.

– Dom João XVI: primeira universidade no Brasil.

– jesuítas: vieram colonizar os índios e foram os responsáveis pela a educação no período colonial; usavam de peças teatrais para ensinar.

– vinda da corte portuguesa em 1808: trouxeram milhares de livros e fizeram a primeira biblioteca (Biblioteca Nacional).

– Idade média: universidades

– monastérios: monges copistas

– música Another brick in the wall – Pink Floyd; alienação, bullying

– Imannuel Kant: O homem é aquilo que a educação faz dele

– Movimentos estudandantis – na década de 1950 surgiram as universidades e até mesmo durante a Ditadura Militar

– Mudanças no acesso ao ensino superior: prouni, FIES, SISU e os vestibulares específicos;

– Falta de investimentos – abrir novas vagas ou incentivar a pesquisa aos veteranos;

– Constantes greves – UERJ – prejudicam a formação local;

 

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO, INTERNET, REDES SOCIAIS COMO MEIO DE ATIVISMO, EXPOSIÇÃO


– Belle époque: época ocorrida antes da 1°GM onde houve grandes invenções tecnológicas como: o telefone, o telégrafo sem fio, a bicicleta, o automóvel e o avião.

– criação do computador por Alan Turing

– Steve Jobs: “A tecnologia move o mundo’’

– Guerra fria

– “World Wide Web” projetada por Tim Berners-Lee

– Uso da internet na educação, pois hoje em dia há várias páginas com enfoques educativos

– Lei Carolina Dieckmann

– Marco Civil da Internet

– criação do facebook por Mark Zuckerberg

– ascensão da internet no século XXI (como meio educativo – faculdade à distância, uso de celular na sala de aula, vídeo-aula…)

– Primavera árabe

– Passeatas como “Orgulho GLBTS”, movimentos raciais ou de ideologias políticas estão sendo organizados por internet

– Manuel Castells (sociólogo) “não basta apenas criticar na internet, é necessário que o movimento seja visível”.

– Humaniza Redes

 

LIBERDADE DE EXPRESSÃO


– ‘’Disciplina é liberdade’’ – Renato Russo

– Segundo o artigo 18, da Declaração Universal dos direitos humanos, “todo ser humano tem direito a liberdade de pensamento, consciência e religião”.

– Limites da liberdade de expressão no mundo contemporâneo;

– Liberdade x intolerância – querer ter o direito de se expressar e tirar a liberdade de expressão do outro – o preconceito ás religiões de matriz africana – Charlie Hebdo;

– Barroco: poemas satíricos de Gregório de Matos e inquisição na Europa.

– Cyberbullying – ofensas na internet;

– Publicação de vídeos satirizando religiões – Ta no ar aos evangélicos;

– Problemas psicológicos – suicídio: não conseguem quebrar o espelho social;

– Abrangência da internet – anonimato;

– Contexto de Era Vargas/Estado Novo: criação do DIP; Censura;

– Ditadura Militar;

– Tropicalismo músicas que, com o uso de figuras de linguagem que driblavam a censura e motivavam a sociedade a não se sensibilizar;

– Arcadismo: cartas chilenas – obra satírica na qual um morador de Vila Rica ataca a corrupção do Governador Luís da Cunha Menezes. Aponta as irregularidades de seu governo, configurando o ambiente de Vila Rica ao tempo da preparação política da Inconfidência Mineira.

 

DROGAS


– Narcos

– Breaking Bad

 

 

DEFICIENTES


– LBI: lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência

– 2° GM: pessoas com deficiência foram submetidas a “experiências científicas” na Alemanha nazista de Hitler. Ao mesmo tempo, mutilados de guerra eram considerados heróis em países como os EUA, recebendo honrarias e tratamento em instituições do governo. Além do extermínio em massa de deficientes.

– Procurando Dory

– Glee

– Turma da Mônica: ‘’Um dos maiores clássicos infanto-juvenil, Turma da Mônica, de Maurício de Sousa, retrata a vida de Lucca, uma criança cadeirante que é amada pela comunidade e incluída na roda de amigos’’.

– Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas: demonstra as dificuldades da inclusão social das pessoas com deficiência, na qual a personagem Eugênia é rejeitada pelo protagonista por ser “coxa”.

– Alejadinho ou Antônio Francisco Lisboa: Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma doença degenerativa nas articulações. Não se sabe exatamente qual foi a doença, mas provavelmente pode ter sido hanseníase ou alguma doença reumática. Aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continua trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais.

– Roma Antiga: tanto os nobres como os plebeus tinham permissão para sacrificar os filhos que nasciam com algum tipo de deficiência.

– Esparta: os bebês e as pessoas que adquiriam alguma deficiência eram lançados ao mar ou em precipícios.

– Atenas: influenciados por Aristóteles – que definiu a premissa jurídica até hoje aceita de que “tratar os desiguais de maneira igual constitui-se em injustiça” – os deficientes eram amparados e protegidos pela sociedade.

– Brasil:

– Índios – prática de exclusão das crianças e abandono dos que adquiriam uma deficiência. Assim como os curandeiros indígenas, os “negro-feiticeiros” também relacionavam o nascimento de crianças com deficiência a castigo ou punição.

 

NEGROS ESCRAVOS


–  Decorreu, inúmeras vezes, dos castigos físicos a que eram submetidos. A forma como se dava o tráfico negreiro, em embarcações superlotadas e em condições desumanas, já representava um meio de disseminação de doenças incapacitantes, que deixavam sequelas e não raro provocavam a morte. O rei D. João V, por exemplo, em alvará de 03 de março de 1741, define expressamente a amputação de membros como castigo aos negros fugitivos que fossem capturados. Uma variedade de punições, do açoite à mutilação, eram previstas em leis e contavam com a permissão (e muitas vezes anuência) da Igreja Católica.

 

COLONOS PORTUGUESES


Desde o momento em que chegaram ao território descoberto por Cabral, sofreram com as condições climáticas, como o forte calor, além da enorme quantidade de insetos. Estas características tropicais repercutiram na saúde e bem-estar dos europeus, chegaram a levá-los a aquisição de severas limitações físicas ou sensoriais

– Lepra invertebrada é na pele da sua carne; portanto, o sacerdote o declarará por imundo; não o encerará, porque imundo é.’’ – Levítico 13:11

– Epopeia ignorada, de Otto marques

– Direito de ir e vir garantido na Constituição: eles convivem com o mau planejamento das cidades no que tange à infraestrutura de locomoção

 

COMUNIDADE LGBT


– John Locke, a sociedade constitui o Estado com intuito de garantir seus direitos, dentre eles a vida, a liberdade e a propriedade.

– O direito de ir e vir, com segurança, está assegurado pela constituição brasileira de 1988.

 

 

LÍNGUA PORTUGUESA, PRECONCEITOS, LIVROS


– Oswald de Andrade

Vício da fala

Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados.

 

Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.

– Após a Semana de Arte Moderna (1922), assistimos à linguagem popular adentrar o mundo artístico. Ao valorizar a linguagem coloquial, livre de regras gramaticais.

– Carlos Drummond de Andrade

Aula de Português

A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.

– Colonização do Brasil – influenciou no processo de Formação da língua portuguesa

– Capitães da Areia Jorge Amado: o personagem Professor tinha fascínio por livros, embora sua posição social não permitia o acesso a esses digitais recorrendo-se a livros de papéis.

– Superioridade da raça ariana, creditada por Hitler durante a 2ªGuerra e a superioridade da língua de quem pratica o preconceito lingüístico;

– Bolacha ou biscoito?

– Caso de um médico que debochou dos pacientes que falavam pelamunia; raôxis;

– Partilha da África sem respeito às línguas nativas;

– Pré-modernismo: autores que usavam de dialéticas dos outros estados para fazer seus poemas;

– Modernismo: 1° fase – novos dialetos, valorização da língua popular.

– Impactos: período colonial – centralização do português;

 

POLÍTICA/ CORRUPÇÃO


– Segundo Aristóteles, a política dever ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade.

– Jeitinho brasileiro

– voto do cabresto: abuso de autoridade, corrupção

– Nacionalismo de Vargas: valorização do país através da legislação nacionalista

– ‘’Age de tal modo que a máxima de tua ação possa sempre valer como princípio universal de conduta’’ – imperativo categórico do filosofo Immanuel Kant.

 

 

IMAGEM DO BRASIL P/ O MUNDO/ FALTA DE VALORIZAÇÃO


– Terra tupiniquim

– Associar o Brasil como: País do futebol e carnaval

– Acreditar que brasileiro não trabalha – vive só de festas

– Hospitalidade

– Cordialidade Brasileira: o agir com o coração

– Jeca Tatu – Monteiro Lobato

– Macunaíma de Mario de Andrade

– Violência – retratada em um episódio dos Simpsons quando vieram a copa – falando sobre o medo do Brasil

– Os eventos mundiais – copa do mundo e olimpíadas: mudaram um pouco a visão negativa do país

– Cultuar a beleza da mulher e tratá-la como objeto sexual

– Charge feita sobre o Brasil na Alemanha – 7 a 1 – evento é de carros, mas o salão de automóvel de Frankfurt, associando-os às drogas, assaltos e armas.

– ‘’Que país é esse?’’, de Renato Russo – perda de identidade

– Walt Disney: Zé Carioca – samba

– ‘’Mas todos acreditam no futuro da nação’’ – paradoxo de comportamento de Freud

– ‘’Que país é esse?’’ – Renato Russo: ‘’Ninguém respeita a Constituição’’

– Carmem Miranda

– Nacionalismo de Vargas: valorização do país através da legislação nacionalista

– Jeitinho brasileiro

– Copas do mundo – futebol

– De acordo com Sergio Buarque de Hollanda, o brasileiro é suscetível à influências estrangeiras.

– Desde a primeira fase do Romantismo, os poetas já buscavam a construção de uma identidade nacional, retratando em suas obras a extensão do território brasileiro, suas belezas e suas diversidades tendo como personagens principais o índio, o branco europeu e o negro, que trouxeram para o país suas culturas, crenças e religiões, evidenciando a mestiçagem do povo.

 

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA


– Definições sociológicas e filosóficas sobre cultura, além dos benefícios do acesso à mesma para os desenvolvimentos social e econômico de uma nação;

– O renascimento, – época célebre da arte europeia, que contava com artistas como Leonardo da Vinci, Shakespeare e Michelangelo – apesar de ser conhecido como um movimento de ruptura de cultura de forma geral, ainda apresentava um fato que iria refletir até o século XXI: a produção cultural financiada pela elite.

– Belle époque: período entre 1871 e 1914 (1°GM) onde efervescência cultural: cabarés, o cancan, e o cinema haviam nascido, e a arte tomava novas formas com o Impressionismo e a Art Nouveau.

– Poesia marginal (década de 70): faziam poesias curtas e espalhavam, difundiam a literatura; (autores que ficavam à margem, aqueles que não tinham suas poesias divulgadas pela mídia).

– Revolução Francesa – iluminismo

– Lei Rouanet;

– Diversidade cultural brasileira

– Aristóteles: “A cultura é melhor conforto para a velhice”

– Criado no governo de Getúlio Vargas, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional visa à preservação da cultura material e imaterial no Brasil.

– Revolução industrial: a produção cultural passou a seguir os moldes industriais, consequentemente as artes se tornaram produtos de consumo, possuindo preços e mercados consumidores específicos. Dessa forma passaria existir uma espécie de elitização da cultura erudita tida como fina e requintada, enquanto as culturas populares se tornariam culturas de massa, mais baratas e desvalorizadas. Isso segundo Adorno e Horkheimer em a indústria cultural; pop art.

– Constituição Federal

– Censura na época da ditadura – limitação em torno na cultura

– Semana da Arte Moderna

– Apartheid cultural – as regiões mais periféricas estão distantes dos museus, teatros

– Acabou com o Ministério da Cultura, e fechou-se vários museus e abriu o do Amanhã

– Período joanino

– Vale-cultura

– Complexo de vira-lata

– Cálice (Cale-se) de Chico Buarque

– Filme/Livro A menina que roubava livros: os judeus ou outra raça não podiam ter acesso a escola, livros e etc

– O nome da rosa: censura que a igreja fazia com algumas obras

– Dom João VI: em 1808 trouxe livros portugueses para o Brasil e fundou a primeira biblioteca

– Livro “Dialética do Esclarecimento”: Theodor Adorno e a teoria da “produção cultural”

– Parnasianismo: período literário excludente, que afastava as massas da literatura.

– Para a UNESCO, a cultura confere ao ser humano a capacidade de refletir sobre si mesmo: através da reflexão, o homem discerne valores e procura novas significações.

– Ana Cristina Cesar, autora brasileira que se suicidou muito nova, foi a homenageada a Flip de 2016 e grande parte dos frequentadores do evento não a conheciam.

– A música “não deixe o samba morrer” cantada por Alcione, demonstra que a cultura é imprescindível para a construção de um povo.

– Criado no governo de Getúlio Vargas, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional visa à preservação da cultura material e imaterial no Brasil.

– Criação do ministério da cultura, em 1985, durante o governo Sarney, a fim de valorizar à tradição nacional e conceder liberdade expressão àqueles que tiveram suas canções e obras censuradas no período militar.

 

IMPARCIALIDADE DA IMPRENSA BRASILEIRA E PUBLICIDADE


– Assim como não conseguimos falar tão bem sobre um acidente como a pessoa que sofreu o acidente, a imprensa não consegue ser totalmente imparcial;

– Apesar de existirem leis e regras que regem a publicação de artigos e informações pela imprensa, visando uma total imparcialidade não é isso o que acontece;

– A imprensa é um dos principais meios de influência da sociedade;

– A imprensa já foi considerada o 4° poder durante o período imperial do Brasil;

– A ação da imprensa garante democracia e liberdade de expressão;

– Karl Marx – só se transmite aquilo que a classe dominante deseja;

– Alienação em massa – parcialidade da mídia;

– A cobertura das manifestações de 2013 a respeito dos 20 centavos: não foi mostrada a realidade e repressão nas ruas;

 

Participação do cidadão na sociedade, democracia, exercício do voto, intervenção do Estado, direito à manifestação, redes sociais como meio de ativismo


– Pré-modernismo: autores desse período fizeram uma literatura engajada de denúncia dos problemas sociais, políticos e econômicos do Brasil.

– Desde o Iluminismo e, posteriormente, a Revolução Francesa, o caráter participativo acentuou-se expressivamente nas sociedades mundiais.

– Segundo José Saramago, na falsa democracia mundial, o cidadão está à deriva, sem oportunidade de intervir politicamente e mudar o mundo.

– Para Saint-John Perse, a democracia, mais do qualquer outro regime, exige o exercício das autoridades.

– Segundo Clement Attlee, a democracia não é apenas a lei da maioria, mas a lei da maioria que respeita os direitos das minorias.

– Redemocratização brasileira: É o período da história que consistiu na transição da ditadura militar brasileira para a democracia brasileira, se adequando até ser tal qual conhecemos hoje. Esse momento teve seu início com a “abertura” política iniciada nos dois últimos governos militares e teve seu ápice com a criação da Constituição de 1988, porém seu marco primordial foi o ano de 1985 e a eleição, ainda que indireta, de um presidente civil, ou seja, completando 30 anos em 2015. 

– A Revolução dos Cravos, no dia 25 de abril de 1974, foi um belíssimo movimento pacífico que derrubou o governo autoritário de Salazar e estabeleceu a democracia lusa. Além disso, lutaram a favor da descolonização das colônias portuguesas. O movimento teve esse nome pelo ato do cravo, que era a flor “oficial” dos rebeldes, ser distribuída para as forças armadas e para a população.

– Revolução Francesa: Entre os anos de 1789 e 1799 houve agitado período na história francesa, que trouxe à tona questões como a liberdade, a igualdade e a fraternidade, influências do Iluminismo.

– O movimento de contracultura conhecido como Movimento Hippie teve seu início na década de 1960, nos EUA. Eles acreditavam que o autoritarismo e as instituições tradicionais não possuíam legitimidade para se manter. Eram contra qualquer guerra e inclusive se manifestaram em relação a Guerra do Vietnã.

– Primavera árabe

– Caras pintadas

– Campanhas virtuais para erradicação de racismos e bullying entre outros problemas cibernéticos;

– A internet facilita o encontro de pessoas com os mesmos propósitos;

– As manifestações de junho 2013 sobre os 20 centavos como exemplo;

 

QUESTÃO DO ÍNDIO


– FUNAI em crise;

– Índio didático: As populações indígenas são caracterizadas pelo ponto de vista dos livros adotados nas escolas, de acordo com um olhar europeu estereotipado. Nesse contexto, o antropólogo Everaldo Guimarães Rocha fez um estudo baseado nesta alegação comprovada pelos relatos presentes em ‘’Caramuru’’, no qual afirma que os nativos foram definidos como primitivos, selvagens e cruéis.

– Racismo: A supremacia da cultura portuguesa sobre a indígena durante o período colonial configurou-se racismo. Porém, esta foi velada pela caracterização apenas do mesmo crime cometido contra os negros durante o mesmo período.

– Romantismo: 1 Geração Romântica/Indianista – Índio como herói nacional no mundo literal opondo a realidade;

– Modernismo: 2 Fase/Fase heróica: valorização indígena: Macunaíma de Mario de Andrade

– Literatura Informativa: mostrava a discrepância das culturas dos povos;

– Quinhentismo – Literatura Jesuítica: catequização dos índios; Literatura Informativa: mostrava a discrepância das culturas dos povos;

– Desde a colonização do Brasil não há o respeito pela cultura indígena;

– Museu indígena do Rio de Janeiro expulsou índios que viviam no local;

– 100% dos suicídios que acometem a sociedade indígena, diz respeito aos jovens que não se inserem na sociedade geral;

– Existem cotas para promover a integração dos índios, mas essa é uma maneira pontual de mascarar o problema;

– Estereótipo de que o índio não pode usufruir dos bens civilizatórios

– Livro ‘’O Guarani’’ de José de Alencar

– José de Alencar – Iracema

– A relação dos índios com os europeus na época da colonização

– Globalização

– Capitalismo

– A Cidade e as Serras, do Eça de Queirós: imposição de civilização a eles

– Música ‘’Índios’’ da Legião Urbana

Quem me dera, ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha

Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda – assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Quem me dera, ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes

Quem me dera, ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Quem me dera, ao menos uma vez
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda: assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui

 

MEIO AMBIENTE/ LIXO


– Arcadismo: natureza arcadista – sentimento bucólico, fuga à natureza.

– Realismo: a apresentação de cenários urbanos como principais ambientações das obras, natureza não mais vista como reflexo dos sentimentos, mas dando vazão ao ambiente social.

– Revolução industrial: poluição em massa – produção de lixo

– Egito Antigo: egípcios tinham uma relação muito boa com a natureza, pois os elementos da natureza representavam deuses para eles –  conservação da natureza e meio ambiente

– Chales Darwin, Teoria da seleção natural: o melhor se que adapta ao ambiente e suas circunstâncias sobreviverá. No entanto, a ganância ascensão social e pelo dinheiro tem levado à destruição da natureza.

– Cristianismo: ideia de que a natureza surgiu para servir e ser aproveitada pelo homem

– Incêndio de Roma por Nero: o imperador queria construir uma estátua sua em um local em que já havia outra, mas não deixaram e ele a incendiando. O fogo se espalhou e matou 1/3 de Roma.

– American Of Life

– Romantismo: nacionalismo exaltado através – dentre outros elementos – da natureza.

– Realismo: a apresentação de cenários urbanos como principais ambientações das obras.

– Protocolo de Kioto: redução da emissão de gases estufa

– Rio +20

– Analogia: Lei da Conservação de Massas – Lavoisier, sobre a questão da reciclagem dos resíduos produzidos.

– Os 5’s

– Biologia – impactos ambientais: transformação de ecossistemas, prejuízo à fauna, flora e aos habitats. Além da contaminação de solos, rios, lagos e mares.

– Hipótese de Gaia;

– A Montanha Pulverizada, Drummond;

– Extinção dos dinossauros;

– Desde o início do século XVI, com a chegada oficial da colonização portuguesa no Brasil, cultiva se a ideia de q nossos recursos naturais são infinitos.

– Desastre em Mariana em novembro de 2015 – rompimento da barragem da Samarco

– Natureza do Arcadismo: sentimento bucólico, fuga à natureza

 

CONSUMISMO/ ALIENAÇÃO


– Música ‘’Geração Coca-Cola’’ do Legião Urbana: Quando nascemos fomos programados/ A receber o que vocês/ Nos empurraram com os enlatados dos Usa

– Revoluções Industriais

– A partir da mecanização da produção, o estímulo ao consumo tornou-se um fator primordial para a manutenção do sistema capitalista. Assim, de acordo com o filósofo Karl Marx, para que esse incentivo ocorresse, criou-se o fetiche sobre a mercadoria: constrói-se a ilusão de que a felicidade seria encontrada a partir da compra de um produto.

–  Desde o fim da Guerra Fria e a consolidação do modelo econômico capitalista, cresce no mundo o capitalismo desenfreado.

– Zygmunt Bauman, importante sociólogo, ao pronunciar a frase “Consumo, logo existo”, demonstrou que, na sociedade pós-moderna, a condição indispensável à vida é o consumo.

– O “super-homem”, idealizado pelo célebre filósofo Nietzsche, caracteriza o indivíduo capaz de livrar-se das amarras sociais. Todavia, ao que tudo indica, poucos parecem entender essa lição no que se refere ao crescente consumo na sociedade brasileira do século XXI.

 

 

DEPRESSÃO E SUICÍDO


– Baleia azul.

– Livros: Por lugares incríveis, Os treze porquês, As vantagens de ser invisível, Uma história meio que engraçada, Como eu era antes de você e Quem é vai ser Alasca?.

– Parnasianismo: Augusto dos Anjos nutria simpatia pela doutrina budista – negação da vida material e tinha obsessão pela temática da morte.

– Romantismo: Na França, o berço do romantismo, o livro “O sofrimento do jovem Weter….” no qual o personagem principal se mata por um amor platônico, e nessa época ocorreram vários suicídios de jovens; Segunda fase do Romantismo: uma arte totalmente voltada para o desapego a este nacionalismo e “mergulhou” em um exacerbado sentimentalismo e pessimismo doentio como forma de escapar da realidade e dos problemas que assolavam a sociedade na época, fuga da realidade;

– Suicídio de Vargas

– Necrológio dos desiludidos do amor, de Drumond

– Na França, o berço do romantismo, o livro “O sofrimento do jovem Weter….” no qual o personagem principal se mata por um amor platônico, e nessa época ocorreram vários suicídios de jovens;

– Lorde Byron: valorizava a morte;

– Simbolismo: pensamento pessimista nas obras;

– O Suicídio, Émile Durkheim – nesse livro o autor fala um pouco sobre os tipos de suicídios e ainda retrata a coercitividade da sociedade e exterioridade para com os indivíduos. “Quando a sociedade é perturbada por crises ou mudanças repentinas, a pressão moral perde força, os indivíduos não se ajustam a suas posições, o valor das forças sociais permanece indeterminado, sem regulamentação as ambições são superexcitadas, causando o sofrimento e, consequentemente, crescimento do suicídio. O desenvolvimento da indústria e ampliação indefinida do mercado fortalece o desencadeamento dos desejos e a busca desenfreada por conquistas, o que consequentemente, favorece a ampliação das taxas de suicídios’’.

– Suicídio da escritora brasileira Ana Cristina Cesar

 

 

MAUS TRATOS CONTRA OS ANIMAIS E BIOPIRATARIA


– Ecologia – Seres humanos: desenvolvimento de ferramentas contra predadores, diminuindo a resistência ambiental.
– Zoológicos: ausência de características do habitat natural;

– Filosofia: “Racionalidade” humana.

– Tráfico de animas no filme ‘’Rio’’

– Biopirataria no filme ‘’Tarzan’’

– Música “Atirei o pau no gato, mas o gato não morreu”

– Karl Marx:  afirma que o capitalismo priorizaria lucros em detrimento de valores

– Arthur Schopenhauer: “quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem”

 

 

 

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS: ABUSO SEXUAL, MAUS TRATOS, TRABALHO INFANTIL ETC


– Rapunzel: ‘’Subordinada aos interesses pessoais doentios de uma bruxa, Rapunzel- Personagem de um famoso conto infantil – tinha seus direitos e parte da sua liberdade privados. Não tão diferente dessa obra literária, atualmente, parte das crianças e adolescentes sofrem abusos constantes e têm suas dignidades e infâncias perdidas’’.

– Lei Menino Bernardo

– Cinderela: a madrasta da garota abusa da não presença de seus pais e obriga a menina a fazer todos os trabalhos domésticos.

– Teoria da tábula rasa de John Locke: “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências”.

– Lei do Ventre livre 1871

– Crianças no tráfico e nas favelas

– Trecho da música da banda palavra cantada “criança não trabalha, criança dá trabalho”

– Maioridade penal

 

ADOÇÃO DE CRIANÇAS


– Preconceito e racismo (Caso recente: Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank).

– Homossexuais – relacionar com outros países.

– Código de Hamurabi;

– Código Napoleônico – introdução da adoção na legislação

– Brasil: código de 1916;

– EUA – século 19: abandono de crianças em metrópoles.

 

 

OS CONCEITOS DE FAMÍLIA NO SÉCULO XXI


– Família margarina

– Realismo: casamentos forjados por dinheiro e para ascensão social.

– Filme ‘’Lilo e Stitch’’

– O ideal de família como estereótipo: Mãe, Pai e filhos;

– A igreja católica e seu modelo ortodoxo;

– Mães solteiras que sofriam pela discriminação da sociedade;

– Dificuldade que casais homossexuais têm de adotar uma criança;

– O surgimento do divórcio quebrando o ideal de família;

– Inseminação artificial;

– Inserção da Mulher no mercado de trabalho;

– Mães solteiras em outras épocas eram criticadas – hoje é comum

– Inúmeras crianças são criadas por parentes – como Isaac Newton que foi abandonado e criado pelos avôs” e outras são adotados;

– A visão contra a adoção de crianças por casais homoafetivos;

– Novela Babilônia – rede globo – Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg). Juntas há décadas, as duas têm um filho, Rafael (Chay Suede), neto biológico de Estela – sofreram preconceito por ir contra as ”leis de Deus” ”ateuzinho” – Deve-se levar em consideração o Amor

– Realismo: noção do casamento forjado por dinheiro;

– As novelas abrangendo esse tema;

– Famílias são instituições sociais que se transformam ao decorrer da história;

– Estatuto da Família criado em 2013

– Industrialização do Brasil

 

 

SISTEMA CARCERÁRIO


– Thomas More, em seu livro Utopia, descrevia um governo que cria ladrões para depois puni-los, esta análise pode ser aplicada à relação entre o governo e o sistema penitenciário brasileiro.

 

OBESIDADE INFANTIL


– Década de 2000, crianças se divertiam com brincadeiras saudáveis, como soltar pipa, jogar bola, jogar bets, pique esconde, entre outros.

– Documentário “muito além do peso’’

– O “super-homem”, idealizado pelo célebre filósofo Nietzsche, caracteriza o indivíduo capaz de livrar-se das amarras sociais. Todavia, ao que tudo indica, poucos parecem entender essa lição no que se refere à crescente obesidade, tanto pelo lado dos que produzem estereótipos em relação aos gordos, quanto pelo de quem sofre com preconceitos diariamente.

– Zygmunt Bauman, importante sociólogo, ao pronunciar a frase “Consumo, logo existo”, demonstrou que, na sociedade pós moderna, a condição indispensável à vida é o consumo. Nesse contexto, inserem-se os “fast-foods” e os diversos alimentos industrializados e calóricos, consumidos indiscriminadamente por muitas pessoas, as quais podem, além de desenvolver problemas de saúde como diabetes e doenças cardíacas, enquadrar-se entre os indivíduos pouco aceitos: os obesos.

– No anime japonês Naruto, o personagem Naruto Uzumaki está sempre em boa forma física, dispostos a batalhar e salvar a aldeia da Vila da Folha. Já o personagem Chouji Akimichi, um jovem gordo da aldeia, está sempre comendo, indisposto e com medo na hora da luta.

– Música ‘’Geração Coca-Cola’’ do Legião Urbana: ‘’Nos empurraram com os enlatados dos Usa’’/’’Desde pequenos nós comemos lixo’’.

– ‘’O ornamento da vida está na forma como um país trata as suas crianças’’- sociólogo Gilberto Freyre.

– Desde a pré-história a obesidade assumiu um papel preponderante na vida dos seres humanos, sendo referida como símbolo de beleza e fertilidade.

– Cascão, o menino que não gosta de banhos. Cebolinha, o garoto que tem a cabeça semelhante ao formato de uma cebola. Mônica, dentuça e baixinha. Estes são alguns personagens da história em quadrinhos “Turma da Mônica”, de Maurício de Sousa, e suas respectivas características. Equidistante dos gibis, a prática do “bullying” – conjunto de agressões e perseguições constantes – é uma realidade nas escolas brasileiras. Sob esse viés, é possível afirmar que a omissão das escolas, atrelada à falta de acompanhamento dos familiares, permitiu a continuidade de tal problema.

– A fantástica fábrica de chocolate: No filme A Fábrica de Chocolate, pode-se observar uma empresa de doces que formula várias formas de atender aos desejos infantis, elaborando uma série de produtos diferenciados. Da mesma forma, na realidade, as docerias e empresas de fast-food voltam-se principalmente para o público jovem, o que incita o interesse dos menores e a ânsia por tais produtos – fator que pode ser controlado pela família, mas em sua maioria, não é este o caso.

 

MOBILIDADE URBANA


– Na época da revolução industrial e o êxodo rural fez com que as cidades ficassem lotadas;

– Em SP foi implantado o rodízio de carro: é uma maneira de melhorar o fluxo urbano, no entanto não é uma medida efetiva;

– Governo JK: indústria automobilística – criou-se uma cultura, em que o carro é sinônimo de status social.

– Na segunda fase da revolução industrial, evoluíram a circulação de mercadorias e de informação, permitindo uma maior integração entre regiões do planeta, viabilizando um desenvolvimento dos meios de transporte.

– Industrialização do Brasil

– Capitulo “O Semeador e o Ladrilhador”, de Raízes do Brasil – Sergio Buarque de Holanda

– Karl Marx:  afirma que o capitalismo priorizaria lucros em detrimento de valores.

– Após diversas manifestações populares em junho de 2013, o poder público sentiu-se pressionado e criou o Plano Nacional de Mobilidade Urbana. Nesse plano, os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar, até 2018, um projeto adequado para sua região, que vise a melhoria dos transportes coletivos, equidade de acesso a esses transportes, maior segurança no deslocamento de pessoas, integração física, tarifária e operacional entre os transportes e serviços de circulação urbana

– Washington Luis: lema “Governar é abrir estradas” foi seguido em seu mandato como Presidente da República.

– A ideia da circulação irrestrita é relativamente recente. O primeiro automóvel chegou à São Paulo em 1901, logo, o carro virou símbolo de ascensão social devido à sociedade hierarquizada.

– O psicólogo Goldberg diz que o Homem trata os espaços públicos como lugares a serem ocupados por quem chegou primeiro.

– Leis de Newton: dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço

 

XENOFOBIA, EMIGRAÇÃO, IMIGRAÇÃO, MIGRAÇÃO


– A Hora da Estrela, Clarice Lispector – outro livro que fala sobre uma emigrante nordestina, que ao mudar-se para o Rio de Janeiro possui uma vida completamente miserável, excluída da sociedade. A protagonista, porém, não tem consciência dessa realidade em sua vida. (SPOILER) O momento de epifania do livro é quando Macabea morre, pois é justamente nessa condição que a sociedade passa a olhar para ela.

– 2° fase – regionalismo, principalmente o nordestino, onde problemas como a seca, a migração, os problemas do trabalhador rural, a miséria, a ignorância foi ressaltada.

– Na obra “Os sertões”, retrata um Nordeste comandado por uma minoria despótica, milhares de desempregados que lutavam, o clima era cruelmente seco.

– Na Grécia Antiga, o preconceito contra os estrangeiros era muito frequente. Isso porque, na época, esses imigrantes não eram considerados cidadãos, não podendo ter direitos como outros indivíduos.

– Vidas Secas, Graciliano Ramos – narra a vida de uma família de retirantes nordestinos que fogem da seca. Entretanto, a história tende a ser cíclica, tendo em vista que por mais que eles fujam, a seca não tem fim. Aborda ainda a questão da zoomorfização do homem. Também mostra a manipulação de uma classe superior para com Fabiano, o pai da família, que não possui estudos. Uma frase que é muito famosa do livro: “Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!”.

– Otelo, de Sheakespeare: a palavra “Mouro”, frequentemente utilizada na obra por Shakespeare para apelar a Otelo, simboliza o exótico, algo “diferente do humano e inclusive, em ocasiões, maléfico”. Rodrigo fala do “lascivo Mouro” como “um vagabundo sem raízes e sem pátria”. Desde sua perspectiva, então, ser um “Mouro de Veneza” é representar um princípio de desordem selvagem alojado na civilização metropolitana.

– Filme ‘’Que horas ela volta?’’: empregada doméstica Val(Regina Casé), nordestina que migrou para São Paulo – a mulher é fruto daquele velho Brasil xenófobo, contaminado pela segregação social.

– Doutrina Bush: guerra ao terror – ‘’o inimigo invisível pode estar em qualquer lugar, em qualquer momento e te atacar a qualquer hora’’.

– Sócrates: ‘’Não    sou nem ateniense, nem grego, mas sim um cidadão do mundo’’.

– Eleições de 2014: nordeste foi alvo de chacota nas redes sociais por votar majoritariamente na Dilma.

– 2° Guerra mundial: recebimento de refugiados.

– Aylan Kurdi, foi um menino sírio de três anos que apareceu afogado numa praia da Turquia que fugia da guerra na Síria.

– 7 de setembro: espalhou o terror e a xenofobia nos EUA e no mundo todo.

– Donald Trump: muralha nos EUA para evitar a entrada de imigrantes (construída com o dinheiro mexicano).

– No filme Jogos Vorazes, a personagem Katniss protagoniza uma cena na qual é expulsa de um distrito, pelos próprios moradores, por acreditarem que a moça levaria problemas à população pelo fato de ser uma “rebelde”.

– Música ‘’Faroeste caboclo’’ do Legião Urbana

 

REPRESSÃO E ABUSO DE PODER


– Capitães da Areia, de Jorge Amado – Na época em que foi publicado, início do estado Novo, a ditadura de Vargas censurou e queimaram todas as edições do livro, sofrendo uma forte repressão pelas autoridades do país.

– Ditadura militar

– O movimento de contracultura conhecido como Movimento Hippie teve seu início na década de 1960, nos EUA. Eles acreditavam que o autoritarismo e as instituições tradicionais não possuíam legitimidade para se manter. Eram contra qualquer guerra e inclusive se manifestaram em relação a Guerra do Vietnã.

 

 

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